Em 2014, o artista visual e cineasta australiano Karel Doing iniciou um projeto de investigação sobre ecologia e media, do qual resultou a invenção do Fitograma, um processo que trabalha a interação entre as propriedades químicas das plantas e dos materiais fotográficos.
Nesta oficina, experimenta-se trabalhar fotograficamente com as plantas, num processo em que elas são o sujeito das imagens, mas também o agente que possibilita a produção fotográfica. Estas imagens assemelham-se a impressões digitais de plantas, criadas através de um processo que parece mágico.